Este espaço foi criado especialmente para aqueles que são amantes da Palavra de Deus, que têm nas Palavras do Senhor o seu norte de existência!

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terça-feira, 4 de março de 2014

O que é talento, afinal?

Sofia Esteves

Hoje em dia, entre as muitas definições do termo, entende-se por “talento” o conjunto de habilidades que compreende dons, conhecimentos, experiências, atitudes e impulsos natos, aliados a uma forte capacidade de aprender e se desenvolver.

Para identificar um jovem talento, portanto, utiliza-se uma série de indicadores de potencial que funcionam como sinais e anti-sinais do perfil  que deseja recrutar, ou seja,  identificar pessoas dotadas desse potencial e encaminhá-las.

Para pensar nessa “peneira”, foram sendo criadas exigências e mais exigências, que, pudemos observar ao longo dos anos, mudam de um período para o outro, como ocorre com o comportamento das gerações.  Mas, desde então, o perfil das competências exigidas já passou por mudanças significativas.

Na década de 80, quando a palavra de ordem era produtividade, as duas características mais valorizadas eram a iniciativa e a capacidade de trabalhar em equipe. 

Nos anos 90,  se voltaram para  visão estratégica e criatividade.

A partir de 2000, com a consolidação da globalização, uma nova mudança se fez.  A capacidade de lidar com culturas diferentes, de se adaptar às mudanças, somaram-se maturidade, automotivação e capacidade de gerir a própria carreira.

Atualmente, essa busca é orientada por três eixos fundamentais, que compõem habilidades e competências necessárias para caracterizar um jovem talento. 

Vejamos quais são elas:

Eixo negocial: conhecimento do negócio, da estrutura de competitividade, foco, domínio dos fatores críticos 

Eixo empreendedor: raciocínio estratégico, orientação para resultados, aptidão para criar novos negócios, multifuncionalidade, autonomia em liderança, tolerância a riscos, capacidade de sonhar e transformar sonhos em realidade, capacidade de mobilizar recursos, foco no usuário, flexibilidade e criatividade.

Eixo cidadão e ser humano: capacidade de conciliar o trabalho com outras dimensões da vida, de gerenciar saúde, tensão e qualidade de vida, cidadania comunitária, nível de conectividade interno e externo, inteligência emocional, capacidade de criar condições para que a genialidade dos outros se manifestem.


Disponível em: http://msn.clickcarreira.com.br/querocrescer/2013/3/19/5229/o-que-e-talento,-afinal.html

domingo, 28 de outubro de 2012

INSPIRADO A NÃO DESISTIR



O trecho inspirador deste texto são as fortes e doces palavras de uma canção da Pastora Ludmila Ferber: “Se você não desistir é pra mim inspiração pra também permanecer fiel e firme”.

Essas palavras causam turbilhão de emoções dentro do nosso ser, muitas delas indescritíveis, sem conceito certo, contudo fazem brotar lágrimas no olhar. Pois, muitas vezes, na jornada desta vida as forças já não existem, o continuar é uma ação tão pesada que não há vigor para diligenciar.

Então o que fazer quando não há mais esperança?. Desistir?.

Indagação ou afirmação, essa é sempre a ação que mais se tem inclinação na hora da adversidade... Ela não exige forças, esperanças ou qualquer outra virtude sublime porque desistir é o passo mais rápido ao estado infrutífero, bem distante de tudo e todos.

Todavia, entoada essas palavras é como se de imediato situássemos as nossas forças interiores nas pessoas que amamos e que nos cercam. Que com seu exemplo causa-nos tão abençoado impacto que nos restaura. Mas, esse pensamento é tão veloz quanto falível, porque não existe exemplo de outro ser humano que nos revigore, ao ponto de continuarmos seguindo, pois somente em Deus alcançamos forças...

Entretanto, quando se está em um circulo de comunhão, onde dois são um, o poder do Deus Eterno perpassa-se um ao outro no exemplo, no falar, onde as ações diárias serão a inspiração nos momentos de fraqueza para se permanecer firme rompendo as barreiras, ou seja, inspirar outra pessoa por nossa atitude é uma atividade tão restrita quanto peculiar de um elo de amor.

Portanto, é na insistência do permanecer seguindo em frente independente do que ainda está por vir que se fecundará a fidelidade porque existe “alguém” tão especial que depende de nós, o ser amado e, sobretudo Deus que conta conosco em sua ceara, que conta com nossa voz para semear sua Palavra em um mundo tão decaído e cheio de horror que tem arrastado tantos para o poço da desistência, onde não há luz só escuridão.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Dinâmicas para as crianças


Corrida de nariz: Preparação: Divide-se o grupo em times que contenham quatro a cinco crianças cada um. Coloca-se as crianças de cada time em fileira atrás de uma linha de partida. Na frente de cada time deverá haver um ovinho de chocolate para cada criança e distante cerca de 4m um círculo de giz de cerca de 50 cm de diâmeto.  Desenrolar: Iniciando o jogo o primeiro aluno de cada fileira sai e deverá mover um dos ovinhos até o interior do círculo tocando-o com o nariz. Vence a equipe que terminar primeiro com todos os seus ovinhos no interior do círculo.

Caçada de ovos:  Preparação: Pinta-se 15 ovos comuns de várias cores, apenas de um lado (com guache será mais apropriado pois ficará mais vivo). E esconde-se em diversos lugares com a face pintada virada para baixo. Desenrolar: As crianças terão quinze minutos para procurar os ovos sem tirá-los do lugar. Nesta fase trabalharão individualmente. Após isso, dá-se papel e caneta e forma-se equipes de quatro a cinco alunos. Os grupos terão quinze minutos para enumerar onde estava cada ovo e de que cor ele era. Terminada isso o orientador caminhará com as crianças com estas indicando onde cada um dos ovos se encontra, em cada caso se observará de que cor é o ovo e a equipe que acertou a localização e a cor ganhará um ponto. Vence a quem fizer mais pontos.

Os ovos do vizinho: Preparação: Divide-se as crianças em dois time. Delimita-se o campo e traça-se uma linha ao meio. Cada equipe ocupará um dos lados. No centro de cada campo desenha-se um círculo de cerca de 1 m de diâmetro e dentro coloca-se quatro ovos para cada time (4 ovos é uma boa medida para 10 a 12 jogadores, existindo mais eles deverão se proporcionalmente aumentados).  Desenrolar: As crianças deverão ir até o campo do adversário e lá pegar os ovos para colocá-los no círculo do seu campo. Os ovos deverão ser transportados um de cada vez. Quando um dos jogadores que estiver transportando um ovo for tocado por um adversário ele deverá ficar parado no local até que seja "libertado" pelo toque de um companheiro de seu time.
Quando um jogador estiver dentro do círculo seja de que campo for ele não poderá ser tocado. Vence quem conseguir transportar os seus ovos primeiro.

Onde está o coelhinho: Preparação: Este jogo é ideal para o início do dia quando as crianças chegam separadaemnte. Coloca-se um coelhinho bem pequeno em um lugar discreto, mas visível. Desenrolar:A medida que as crianças vão chegando no ambiente pede-se individualmente que procurem o coelhinho.Cada uma deverá sair na busca mas quando achar o coelhinho não deverá dar mostras disso, deverá discretamente sair e contar para o animador do jogo que o encontrou. Procede-se desta forma até que todos tenham encontrado o coelhinho.

Hop, hop coelhinho: Preparação: As crianças ficam em círculo e um dos jogadores é escolhido para iniciar o jogo. Desenrolar: O jogador escolhido andará em volta do círculo batendo nas costa de cada um dos seus componentes dizendo à cada batida a palavra "hop". Irá proseguindo assim até que escolherá um jogador e quando bater nas suas costas ele dirá a palavra "coelhinho". Neste momento ele sai correndo e o jogador escolhido sai correndo atrás dele. O primeiro jogador estará a salvo se conseguir alcançar o lugar ocupado pelo seu perseguidor antes que este bata nas suas costas dizendo a palavra "hop" . Se isto acontecer o perseguidor começará novamente o jogo girando em torno do círculo e batendo nas costas de cada elemento dizendo a palavra "hop". Caso o perseguidor consiga "pegar" o outro ele voltará ao seu lugar e a criança "pega" repetirá novamente as açôes para nova rodada do jogo.. Hop, hop coelhinho.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Dinamicas


Abra o Olho
Tema: Temos os olhos vendados para a violência?
Duração: 5 minutos
Público: adolescentes; mínimo 5 participantes.
Material: Dois panos para fechar os olhos e dois porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete.

Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um porrete de jornal. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste.
Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual.

A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc.
Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?

Sugestões de textos: Marcos 10, 46-52; Lucas 10 25 a 37 ou Lucas 24, 13-34.

Amigo Júlio
Tema: pecados da língua.
Duração: 5min (dia 1) + 20min (dia 2).
Público: jovens, mínimo 5 pessoas.
Material: nenhum.

Esta dinamica é sobre o poder da língua - leia Tiago 3. E tem como objetivo que as pessoas reflitam mais antes de fazer comentários sobre outros. Em todo ser humano existe a tendência de guardar na memória mais facilmente defeitos do que qualidades das pessoas. Uma fofoca ou um comentário maldoso ou impensado podem destruir a imagem e/ou a vida de alguém.
DIA 1:
O coordenador divide a turma em dois grupos. O grupo 1 sai da sala e o coordenador fala, ao grupo 2, sobre um personagem ficticio:
"Eu tenho um amigo que se chama Júlio. Ele é um fofoqueiro, impulsivo, mentiroso, teimoso, ordeiro, honesto e competente."

Depois fala ao grupo 2, sem que o grupo 1 ouça, só que inverte a ordem das qualidades e defeitos:
"Eu tenho um amigo que se chama Júlio. Ele é muito competente, honesto, ordeiro, teimoso, mentiroso, impulsivo e fofoqueiro."

Após estes 2 momentos, informe a ambos os grupos que na próxima reunião a atividade será concluida.
DIA 2:
No próximo encontro, pergunte as pessoas se lembram do seu "amigo Julio". É surprendente como as pessoas lembrarão em primeiro lugar os defeitos.

Deixe que os participantes tirem suas próprias conclusões ou faça a leitura do texto sugerido acima e estimule a discussão.

 Ano Novo, Turma Nova
Tema: integração e verificação de conhecimentos
Duração: 30 a 45 minutos
Público: adolescentes; mínimo 5 participantes.
Material: papel, caixa de sapato, lápis, papel de embrulho e fitas
Faça para cada criança, uma pequena caixinha ou embrulho de presente, contendo 12 quadradinhos de papel:
1.   X dias de aula (no meu caso eram cerca de 30 sábados por ano).
2.   Jesus
3.   Jogos
4.   Bênçãos de Deus
5.   Trocas
6.   vários pontos de interrogação (???)
7.   Novos Amigos
8.   10 + 2 Mandamentos
9.   Leitura da Bíblia
10.               Histórias, estudo, conhecimento
11.               Conversas com pais, amigos, entre nós.
12.               Oração, louvor, música
Faça também uma folha, como se fosse uma carta com o seguinte texto:
"No dia 1o de janeiro nós recebemos um presente. Todos nós o recebemos do mesmo tamanho. Nós o sabemos.
Levaremos 365 dias para conhecer o presente que recebemos, é como uma destas belas caixas de surpresa, que se lê apenas uma por dia.
365 dias de expectativa, surpresas, alegrias, tristezas...
Mais alegrias que tristezas para quem está perto de Deus.
Mas, além deste presente de 365 dias, este ano em especial, nós recebemos um segundo presente..."
Coloque as caixinhas dentro da caixa de sapatos, junto com uma folha com o texto e embrulhe com papel de presente bem vistoso e deixe em local de destaque na sala.
Inicie o encontro se apresentando e com algumas músicas. Convide a turma para sentar em círculo, pode até ser no chão para descontrair.
Pegue o presente e retire a "carta"; leia o texto pausadamente e ao chegar à última frase, olhe dentro da caixa, e demonstre surpresa, como se só então tivesse percebido os demais pacotinhos.
Passe a caixa ao redor do círculo e peça que cada um tire o seu presente.
Peça que abram, leiam cada quadradinho. Pergunte: O que vocês acham destas coisas?
Vamos começar com a carta "???" - esta é para vocês. Quando vocês vieram hoje para cá, era assim que estavam se sentindo? O que seus pais explicaram sobre estas aulas? O que vocês acham - vai ser bom ou vocês acham que vai ser chato? Que perguntas vocês gostariam de fazer?
Depois deste papo inicial, peça que cada um escolha uma carta que lhe chamou a atenção e que diga o que entende sobre o que está escrito. Explique ou acrescente o que for necessário:
1.   X dias de aula - Nós vamos ter tantos encontros; o horário é tal; teremos férias em julho ou não, etc..
2.   Jesus - Este será o tema principal dos nossos encontros, etc..
3.   Jogos - Após cada encontro podemos jogar bola, tem espaço, tragam jogos de tabuleiro, vou usar brincadeiras em alguns encontros...
4.   Bênçãos de Deus - Este ano será abençoado, porque Deus prometeu que estaria presente conosco...
5.   Novos Amigos - Esta é fácil: vejam as pessoas aqui, serão novos amigos (aproveite este momento para pedir que cada um diga o seu nome e idade)
6.   10 + 2 Mandamentos - Mas eu sempre ouvi falar que eram 10!! Sim, mas Jesus nos deu outros 2, sobre os quais também vamos estudar.
7.   Leitura da Bíblia - É importante que vocês tenham cada um a sua Bíblia, a tragam sempre, cuidem dela, não deixem rasgar ou sujar, etc..
8.   Histórias, estudo, conhecimento - Os encontros terão sempre uma história ou um tema, nós vamos debater, estudar, ler, etc..
9.   Conversas com pais, amigos, entre nós - Sempre que alguém tiver dúvida podemos conversar, vamos fazer entrevistas com os pais, com pessoas da comunidade, etc..
10.       Oração, louvor, música - Nossos encontros vão começar sempre com alguns cantos, com oração; vamos encerrar com...
11.       Trocas - Bom, e esta carta? Não sou só eu que vou ficar falando sozinha, vocês também sabem alguma coisa. Peça que cada um diga um personagem ou uma história bíblica que conheça.
Quando todos tiverem terminado, peça que peguem esta carta de troca, e escrevam o seu nome atrás dela.
Depois, vão passar esta carta para a direita, e novamente escrever o seu nome. Assim até que todas as fichas tenham todos os nomes.
Peça que se levantem e procurem uma pessoa (ou mais) que ainda não conheçam. Conversem com ela, identificando o nome, idade, interesses.
Encerre o encontro com música e oração.
Se as crianças forem usar um caderno ao longo do ano, os quadradinhos podem ser colados numa das páginas deste.

Amar ao Próximo
Tema: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Duração: 20 a 30 minutos
Público: adolescentes; mínimo 6 participantes.
Material: lápis e papel

Divida a turma em grupos ou times opostos.
Sugira preparar uma gincana ou concurso, em que cada grupo vai pensar em 5 perguntas e 1 tarefa para o outro grupo executar.

Deixe cerca de 15 minutos, para que cada grupo prepare as perguntas e tarefas para o outro grupo.
Após este tempo, veja se todos terminaram e diga que na verdade, as tarefas e perguntas serão executadas pelo mesmo grupo que as preparou.
Observe as reações. Peça que formem um círculo e proponha que conversem sobre:
Se você soubesse que o seu próprio grupo responderia às perguntas, as teria feito mais fáceis?
E a tarefa? Vocês dedicaram tempo a escolher a mais difícil de realizar?
Como isso se parece ou difere do mandamento de Jesus? "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo", MT 23.39
Como nos comportamos no nosso dia a dia? Queremos que os outros executem as tarefas difíceis ou procuramos ajudá-los?
Encerre com uma oração.


Como lidar com atividades artísticas?
Fonte: Apostila de Educação Artística, autor não identificado.
  Conheça bem a técnica de arte e saiba como empregá-la antes de oferecê-la às crianças (faça uns testes em casa, veja quanto tempo a atividade leva, explore variações, veja o que é necessário).
  Lembre que a experiência criadora da criança é mais importante para o seu desenvolvimento que o resultado final (dê liberdade para que criem!).
  Não espere realismos e não julgue o trabalho pelo padrão dos adultos. Sente-se ao lado da criança e deixe que ela lhe diga o que fez (ao invés de perguntar: "Isso é um carro?!"; diga "Gostei do seu desenho; qual a sua parte favorita? O que te deu mais trabalho para fazer?")
  Lembre-se que a criança pequena representa em tamanho maior o que é mais importante para ela.
  Incentive, encoraje e saiba apreciar o resultado do esforço infantil. Não fique procurando coisas "erradas" apontando-as ou consertando-as.
  Chame a atenção das crianças para o seu dia a dia, incentive-as a serem observadoras, a registrarem as suas experiências e proporcione a elas vivências interessantes. Assim enriquecerá a expressão gráfica e oral delas.
  Não interfira ou modifique o trabalho da criança (a expressão gráfica livre é registro da personalidade infantil).
  Exponha sempre trabalhos de todas as crianças (se forem muitas, estabeleça um rodízio). Permita à criança dizer qual de seus trabalhos quer ou não expor.
  Apoio afetivo é indispensável à expressão criadora. Mantenha sempre uma relação de amizade com suas crianças.


União faz a Força -
Tema: comunhão e participação.
Duração: 15min.
Público: Adolescentes, mínimo 4 pessoas.
Material: fios finos de barbante ou de lã (pedaços de mais ou menos 30cm).
Distribuir entre os participantes os fios de barbante, pedir que cada um analise a aparência, utilidade e propósito daquele pedaço de barbante, (cerca de 2 minutos, para não ficar cansativo).
Pedir que cada um tente arrebentar o seu fio e observe como foi fácil.
Depois, pedir que cada um ofereça o maior pedaço que lhe sobrou para formar um feixe de barbantes e pedir a alguns voluntários que tentem arrebentar este feixe.
Observar como fica mais difícil a medida que o feixe fica grosso.
Para concluir leia o texto bíblico: Eclesiastes 4. 9-12 e discutam sobre a relação com a dinâmica e o grupo.

Tema: comunhão e participação.
Duração: 15min.
Público: Adolescentes, mínimo 4 pessoas.
Material: 1 pacote de palitos de madeira para churrasquinho.
Pedir que um dos participantes pegue um dos palitos e o quebre. (o que fará facilmente).
Cuidado com as pontas finas dos palitos.
Pedir que outro participante quebre cinco palitos juntos num só feixe (será um pouco mais difícil).
Pedir que outro participante, quebre todos os palitos que restaram num só feixe. Se não conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.
Estimular todos os participantes a que falem sobre o que observaram e concluíram. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.
Círculo Fechado
Tema: Exclusão; integração ao grupo.
Duração: 15 min.
Público: crianças e adolescentes; mínimo 10 participantes.
Material: nenhum
O coordenador pede a duas ou três pessoas que saiam da sala por alguns instantes.
Combinar com grupo que fica que eles devem formar um círculo apertado com os braços entrelaçados e não deixar de forma nenhuma os outros (que estão fora da sala) entrar neste círculo.
Enquanto o grupo se arruma o coordenador combina com os que estão fora que eles devem entrar na sala tentar se integrar ao grupo que está lá.
Depois de alguns minutos de tentativa, discutir com o grupo como se sentiram não deixando ou não conseguindo entrar no grupo.
Compartilhar: Muitas vezes formamos verdadeiras "panelas" e não deixamos outras pessoas entrar e se sentir bem no nosso meio. Como temos agido com as pessoas novas na igreja ou no nosso grupo?