Este espaço foi criado especialmente para aqueles que são amantes da Palavra de Deus, que têm nas Palavras do Senhor o seu norte de existência!

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domingo, 9 de outubro de 2011

Conhecendo meu amigo

Você conhece mesmo seu amigo? Então responda as perguntas a seguir:


01 - Nome?
02- Idade?
03 – Ele já foi à Europa?
04- Já chorou por alguém?
05 - Já esteve envolvido em algum acidente de carro?
06- Prefere peixe ou carne?
07 - Música preferida?
08 - Lençóis de cama lisos ou estampados?
09- Filme preferido?
10- Flores?
11- Coca-cola simples ou com gelo?
12- Quantas vezes ele deixa tocar o telefone antes de atender?
13 - Pior sentimento ?
14 - Melhor sentimento?
15- Ultima coisa que faz antes de dormir?
16- Qual o primeiro pensamento ao acordar?
17 - Se pudesse ser outra pessoa, quem ele seria?
18 - O que ele nunca tira?
19- O que ele tem debaixo da cama?
20 - Que livro está lendo atualmente?
21 - Uma saudade?
22 - Uma característica.
23 - Decepções que tive na vida...
24 - Lugares que morou.
25 - Programas de TV que assistia quando criança
26- Programas de TV que assiste hoje?
27 - Lugares em que estive e voltaria
28 - Formas diferentes que lhe chamam
29 - Comidas e Bebidas Favoritas?

10 Formas de Fazer as Crianças Orarem


Para que possamos influenciar a criança em sua vida de oração, é necessário que venhamos a:

1- Ser uma pessoa de oração! Visto que as crianças aprendem a partir daquilo que vêem em seu ambiente, o elemento fundamental para ensinar crianças menores a orar é sermos pessoas de oração.

 2 - Usar linguagem apropriada e do dia a dia com elas, e ver que as orações sejam breves, simples, sinceras e diretas. Assegure-se de orar a respeito de fatos do dia a dia a fim de que cada criança possa compreender. Por exemplo: toda vez que ouvir as sirenes do carro de bombeiros, pare! Profira uma oração em voz alta. Faça-a com as crianças.

3- Fazer da oração uma prioridade! Defina uma hora e lugar acolhedor e amoroso para ajudar as crianças a aceitarem a Deus. Prepare um lugar aconchegante de oração para ser usado antes do início do programa. Você pode incluir uma Bíblia para crianças, almofadas macias, música suave e relaxante como também livros sobre a oração e apropriados à faixa etária

4- Tornar a oração uma rotina! As crianças apreciam a rotina e assim esta deve ser incorporada sempre que possível. Por exemplo, comece o dia com uma oração cumprimentando a Deus: “Pai celestial, ouça a minha oração. Que eu esteja sob o Seu amor e cuidado. Sê meu guia em tudo o que eu fizer hoje. Abençoe aqueles que me amam e a todas as crianças também”. Se durante a programação as crianças forem comer algo, profira esta linda oração: “Obrigado Senhor Deus por este mundo tão belo. Obrigado pelo alimento”.

 5- Praticar a oração de improviso! Quando a criança o procura com uma preocupação ou problema, pare e faça uma oração com ela. Peça a direção de Deus. Por exemplo, você pode dizer: “Querido Deus, por favor, ajuda o José a ser melhor. Ajuda-o a partilhar seus brinquedos especiais com seu amigo João”. Por meio de nosso apoio podemos instilar a idéia de que podemos conversar com Deus, a qualquer ora e de que Ele sempre irá ouvir.

 6- Usar orações diferentes! Como adultos usamos orações de agradecimento, de adoração, de petição e de louvor. Agradecemos a Deus pela melhor parte de nosso dia e sempre que algo bom acontece – não importa o quão pequeno – dedicamos um minuto para mostrar gratidão. Devemos ensinar isso às crianças. Muitas vezes agradecemos a Deus por Suas bênçãos; devemos incentivar aqueles que estão aos nossos cuidados a fazerem o mesmo.
 
7- Incorporar atividades práticas sempre que possível! É boa prática planejar formas de permitir às crianças se movimentarem, ver ou tocarem como parte da lição. Crie uma colagem de “Obrigado, Deus” em sua classe e desenhe ou escreva suas orações. Elas podem também mostrar ou dizer como Deus respondeu a cada um. Para as crianças muito pequenas, alguém pode escrever por elas.
 
8- A cada momento dirigir a atenção das crianças para a Criação de Deus! Dê apoio ao senso natural de admiração e temor daqueles que estão sob sua responsabilidade. Agradeça a Deus, espontaneamente, ao ver um arco-íris depois de uma tempestade, ou as flores da primavera. Diga: “Vejam o que Deus fez para nós"!
 
9- Convidar as crianças a orarem por motivos específicos! Troquem idéias com as crianças e falem a respeito de situações e de pessoas por quem orar. Torne suas orações significativas ao orar especificamente por crianças da sala, pelas vítimas de alguma catástrofe local ou em outra região.
 
10- Celebrar a oração de cada criança! Alimente a auto-estima e elogie a oração proferida pela criança. “Muito bem, você fez uma oração muito bonita!” “Obrigado, (nome da criança). Deus fica feliz quando nos dirigimos a Ele”.!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

CONDICIONANDO O AMOR


                             Refletindo ardentemente sobre a introdução do hino “se isso não for amor”, percebe-se algo que é expresso a cada segundo da existência humana, o homem é incapaz de amar como Deus amou e ama. O pastor Márcio Valadão fala com tal singularidade que os seres humanos conhecem e amam através de condições: “QUANDO” “SE” “PORQUE”, e é exatamente sobre estas variáveis que discorro neste breve texto.
                            A primeira variável QUANDO, designa um tempo, um momento em que se efetuará algo ao requerente, ou seja, a pessoa que se ama. Ora quantos não requerem freneticamente do ser amado a realização de ações que julga correta, não dando arbítrio para o ser amado pensar e ser simplesmente ele mesmo. Deus não age neste variável, por seu infinito amor concede ao homem o tempo e a época que estimar exata no realizar, pois Ele deixou o ser humano livre para escolher executar ou não seus preceitos. A grandeza deste amor nos silencia!
                            A segunda variável SE, limita o condicionamento do amor em no caso de, ou seja, no caso do ser amado chegar a alcançar os níveis estabelecidos pelo amante, níveis estes que vão desde padrões morais e valorativos até status sociais. Nesta variável existe uma força destrutiva a “decepção”, pois ao idealizar o ser amado, percebe-se que ele nunca poderá ser referenciado segundo as especificidades condicionadas pelo que ama. Esse ser amado é pessoa, é singular e dentro de suas peculiaridades fala, pensa e agi desconforme a utopia desenhada pelo amante. Vendo isso, o amante decai, sofre a decepção, que devora, destrói e rouba o vigor da vitalidade. Deus, entretanto não segue esta variável. Na plenitude de sua caridade, Deus reconhece a pequenez humana em alcançar a perfeição, em vista disso, não exige um ser perfeito, somente espera que ao desfrutar de seu amor, o ser humano permita-se a transformação que seu próprio ser sugere. Isso sucede porque, ao se encontrar com Deus o homem percebe o quanto necessita mudar para que de alguma maneira sinta-se digno ou merecedor de tanto amor!
                            A terceira variável PORQUE resume o motivo pelo qual se ama, concebido dentro das variáveis discutidas acima.  O que faz amar a pessoa amada? Muitas poderiam ser as respostas, por que... Faz isso... Agi de tal forma... Tem caráter... Mas a real e verdadeira resposta sucumbem os elementos humanos para sua essência, não existe nenhum indicio ou característica que comporte tal explicação. Ama-se e para isso e por isso não há uma razão, apenas olha-se e ama, sente-se e ama, age-se e ama. Procurar uma resposta a fim de anular a verdade latente expressa acima é contrariar a existência de Deus, Jeová Rafá. Ele é amor, ou melhor, é o próprio amor, sempre existiu, sempre existirá, não porque condicionaram o QUANDO sua existência, ou o SE de sua obra realizadora e o PORQUÊ da razão de tal feito grandioso. Só quem deu seu único filho por amor compreende que não há condições para se amar ou um ser para idealizar, pois o verdadeiro amor é ardente e existe somente pelo fato dos preciosos frutos de seu efeito!